8 de dez. de 2008
4 de dez. de 2008
Noite perfeita!
O final de semana demorou demais para passar para aquela mulher. Ficou sozinha, em casa o marido já viajava há dias. Contava os minutos, para que chegasse logo aquela segunda-feira. Depois de tanta ansiedade chegou o momento de estarem juntos de novo. Tiveram outra tarde maravilhosa, fizeram muito amor, brincaram na cama, conversaram, riram, escutaram música, dançaram nus, pediram até para o tempo lá fora parar e poderem ficar ali pra sempre. Logo chegou à noite, e saíram para jantar, a fome era imensa. Retornaram logo e foram dormir abraçados de novo pela segunda vez.
Calça jeans.
Depois daquele beijo e daquele amasso maravilhoso na cobertura do prédio, um novo hábito diferente de todos passava a surgir apartir dali, o desejo de chegar logo a segunda-feira. Ele queria de todo jeito que ela fosse no seu apartamento, disse que estava só, não tinha ninguém, e a provocou tanto que ela terminou indo, com alguma disculpa que queria usar sua internet para efetuar um pagamento. Ao mesmo tempo ela sentia medo daquela situação nova, não conhecia o ambiente e se sentiu insegura. Porém ele insistia em beijá-la, chegou até a deitá-la na cama, ele dizia coisas em seu ouvido que a deixava louca de tesão, super excitada, porém não se deixava entregar. Ela estava de calça jeans, quando ele numa rapidez colocou sua mão dentro da calça dela e fez um carinho maravilhoso no seu clitóris que ela, sem que ele pedisse tirou sua calça jeans proporcinando a ele mais conforto em lhe dar prazer. Ele ficou mais excitado ainda quando percebeu o quanto ela tava molhada! Foi uma tarde inteira de resistência da parte dela, de não estar segura de si, e de não saber se deixava ou não aquele vulcão de tesão explodir e se deixava aquele homem fazer o que quisesse com ela.

Água fria!

Depois daquela tarde tão excitante onde ela não permitiu que nada se concretizasse, com muito medo e insegura, ela resolveu ceder, e se entregar totalmente àquele homem, e queria sentir tudo de novo, só que dessa vez, queria senti-lo por inteiro.
Estava tudo planejado pra quela tarde de quinta-feira. Ela se preparara toda, pois como não estava tomando nenhum método aticonceptivo, estava mais tranqüila em relação à data de seu ciclo, e não correria riscos naquele dia. Estavam os dois contando os minutos para se verem e acontecer tudo. Mas antes de sair de sua casa, e viajar para encontrá-lo, sua menstruação veio. Nossa! Foi um balde de água fria. Pelo menos pra ela naquele momento. Ele tinha feito planos, comprou dois vinhos maravilhosos, queijos, patês... Tudo de muito bom gosto. Ela apreciou os vinhos tanto quanto ele. Sentaram na sala, estava tudo maravilhoso, o papo, a companhia, tudo perfeito! Depois do primeiro vinho ela pediu que fossem pro quarto dele, para ficarem mais à vontade. E ele disse que aguardava ansioso aquele momento. Mas ela pensava, e estava certa que seria difícil chegarem aos finalmentes devido ao seu estado naquele dia. Mas memso assim foram pro quarto, começaram os carinhos, a tirarem a roupa e ele estava decidido que queria sim consumar o fato ali mesmo naquela hora. Providências tomadas, tudo começou a acontecer, ele pensou em usar camisinha, até abriu a embalagem de uma, mas disse que aquilo tudo estava muito mecânico e a jogou de lado... Foi maravilhoso! Ela achou aquilo lindo e teve mais vontade ainda que ele a penetrasse com seu membro viril. Fizeram amor. Tomaram mais vinho, comeram e tomaram mais vinho. Depois de exaustos dormiram abraçados, a noite inteira. Foi lindo!
Pela manhã, ele acordou muito carinhoso, disposto e começou a acariciá-la bastante, logo virou-a deitada de costas e sem nenhuma palavra, começou a fazer sexo anal nela. Começou penetrando bem devagar, ela sentiu um pouco de dor no começo, mas logo veio uma sensação gostosa, um prazer imenso de sentir aquele homem comendo-a por trás. Que imenso prazer ela sentiu de estar ali, deitada, de certa forma submissa àquele homem tão gostoso de joelhos sobre seu corpo, preso e imóvel à disposição do prazer dele até que ele o tivesse saciado.
Logo o tempo passou rápido, conversaram um pouco, e tiveram que se aprontar e sair cada um para seu destino. Voltar para suas vidas reais no afã de um novo encontro tão maravilhoso quanto àquele.
Ela fez logo questão de ligar e avisar do ocorrido, mas não importava, queriam se ver.
3 de dez. de 2008
O telefonema.
Foi interessante a vontade que ela teve de ligar pra ele, algum tempo depois quando chegou outra oportunidade de comer sushi no mesmo restaurante. Ela ficou pensando de como seria bom ter a companhia daquele rapaz tão interessante e misterioso outra vez. Haviam trocado telefones na primeira vez. Ela ficou muito receiosa em ligar, pois não queria que ele entendesse que ela estava interessada em algo mais que apenas na companhia tão agradável dele.
Ela ligou. Ele muito surpreso e atencioso respondeu ao seu convite e marcaram de se reencontrar no mesmo local. E foi maravilhoso. A conversa já fluiu bem mais descontraída, com direito até a uns elogios explícitos pra ela, o que a deixou muito tímida, e mais receiosa, pois não pretendia atravessar a linha dos limites impostos pelo seu compromisso. Ela queria viver apenas aquela fantasia de não ser quem era na vida real e imaginar tudo que poderia acontecer dali pra frente. Isso ocorreu até o momento em que ele perguntou se ela era casada. E não teve como negar isso diante dele. Até pelo simples fato dele também usar uma aliança na mão esquerda. Depois daí a máscara do mistério caiu e de certa forma isso trouxe o pensamento dela de volta à verdade. Porém não foi ruim, foi bom assim a partir daí começaram a se conhecerem melhor, mais intimamente. Digamos que ficaram mais à vontade depois da verdade dita.
Tanto que ao saber que aceitou uma carona sua no outro dia para a cidade que ele morava, pois teria compromisso com seu esposo que estava chegando de viajem no sábado lá. Mesmo já tendo carona certa pra ir, desde o dia anterior, desfez o combinado, só pra ter oportunidade de estar mais uma vez ao lado dele! E o fato de ir dormir pensando que iria encontrá-lo já no outro dia dava uma sensação muito boa.
Naquela noite ela ficou encantada com tanto cavalheirismo da parte dele, coisa rara hoje em dia, tão rara que ela perdera até a prática de como aceitar tantos mimos. Nunca esperou por ninguém e sempre foi independente e super prática, isso fez com que perdesse a prática de ser paciente e aceitar gentilezas das pessoas. Na despedida ele fez questão de levá-la até o carro abrir a porta, deram dois beijinhos e se despediram com um até amanhã! Isso foi fantástico.
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